quinta-feira, 19 de abril de 2012

Energia Alternativa

Energia Alternativa
Início do conteúdo Ex-ministros de Ambiente advertem que Rio+20 segue rumo ao retrocesso 
NN - Gustavo Gaudarde 

Há um elevado risco de que a Rio+20 seja não apenas irrelevante, mas configure um retrocesso dos avanços alcançados na Rio 92. Esta é a opinião que um grupo de ex-ministros do Meio Ambiente e especialistas na área apresentou ontem, em São Paulo, ao lançar o documento Rio Mais ou Menos 20?. O texto traz críticas e sugestões não só à conferência, como também à atuação do governo brasileiro.
Fonte: NN - a mídia do Petróleo

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Comentando a notícia - Patentes Verdes

INPI iniciará programa piloto de patentes verdes no dia 17 de abril

No combate às mudanças climáticas globais, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) também irá dar a sua contribuição. No dia 17 de abril, o Instituto iniciará o programa piloto de patentes verdes, no qual o prazo de exame destes pedidos de patentes, relacionados às tecnologias limpas, cairá para menos de dois anos.
O programa piloto será limitado a depósitos nacionais (residentes ou não residentes) e a 500 solicitações concedidas. Com o programa, o INPI atenderá a dois objetivos: identificar as tecnologias verdes e estimular o licenciamento destas, levando a inovação para quem precisa dela.
De acordo com o programa, podem ser consideradas patentes verdes as tecnologias verdes referentes as seguintes categorias: energias alternativas, transporte, conservação de energia, gerenciamento de resíduos e agricultura. Uma comissão técnica do INPI irá analisar se cada pedido poderá participar ou não neste piloto.
Para participar do programa, a partir do dia 17, o interessado deverá entregar formulário específico ao INPI e pedir exame e publicação antecipada (se ainda não o tiver feito). Os requisitos para participar do projeto são os seguintes:
- O pedido deve ser uma Patente de Invenção (PI);
- O pedido deve ser nacional (residente ou não residente)
- Os pedidos devem ter sido depositados no INPI a partir de 2 de janeiro de 2011;
- As solicitações devem incluir no máximo 15 reivindicações no total, das quais arranjadas em até três reivindicações independentes.

Comentando a notícia: Na busca pelo desenvolvimento sustentável do nosso país, feito através de GESTÃO, PLANEJAMENTO E INOVAÇÃO, o INPI apresenta aqui mais uma medida visando a busca da sustentabilidade das inovações brasileiras e consequente crescimento da nossa economia e também reduzir o efeitos das mudanças climáticas.
Vê-se através dessa notícia que a prioridade do INPI são depósitos de pedidos de patentes nacionais das chamadas "Patentes Verdes" que são são patentes de tecnologias consideradas tecnologias limpas.
Em tempos que precedem um encontro como a RIO+20, essa notícia chega mostrando que Brasil tem muito para crescer nas questões ambientais, mas em contrapartida também tem muito a ensinar a outros países.
(Comentado por : Eliane Souza da Silva, aluna de Gestão Pública da Faculdade Integrada AVM)
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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Tecnologias, gestão e qualificação do agricultor são os diferenciais para o potencial do Brasil

Tecnologias, gestão e qualificação do agricultor são os diferenciais para o potencial do Brasil 
O Brasil será um dos importantes fornecedores de alimentos nos próximos anos, junto com os Estados Unidos, Austrália e Argentina.
As projeções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para os próximos 40 anos mostram que a produção de grãos no país deve saltar dos atuais 159 milhões de toneladas para 299,5 milhões de toneladas.
Esse aumento representa acréscimo de 140,5 milhões de toneladas de arroz, feijão, trigo, milho e soja, ou 88% de incremento.
A produção de carnes também deve apresentar forte aumento nos próximos anos. A previsão é que o país produza 52,6 milhões de toneladas em 2050.
O aumento é de 98% em relação à produção de 26,5 milhões de toneladas, em 2011. O preço da terra têm sido um dos fatores atrativos para o deslocamento da agricultura e pecuária para novas áreas, especialmente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Outro ponto é que como essas novas regiões de expansão da agropecuária apresentam maiores riscos de variações climáticas, especialmente secas, a tecnologia é um fator essencial para reduzir esses impactos.
A análise dos dados agropecuários foram apresentados pelo coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, na 2ª Conferência do Desenvolvimento, organizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em novembro, em Brasília.
De acordo com Gasques, os resultados da produtividade total dos fatores nos últimos anos têm crescido a uma taxa de 3,6%.
'Essa taxa é um das mais elevadas do mundo, superando, inclusive a taxa da produtividade nos Estados Unidos que tem sido nos últimos anos de 1,95%', destaca.
A produtividade total dos fatores na agricultura considera todas as lavouras, a produção animal e o conjunto dos insumos utilizados na produção.
Os resultados desse indicador mostram que o crescimento da agropecuária no Brasil tem-se dado principalmente pela introdução de novas tecnologias, melhoramento do processo de gestão, maior qualificação da mão-de-obra, entre outros fatores.
O coordenador acrescenta que o crescimento baseado na produtividade projeta para 2050 um aumento de área da ordem de 39%, o que significa passar dos atuais 46,4 milhões de hectares para 64,5 milhões de hectares.
Vários estudos apontam que os preços agrícolas em todo o mundo vão permanecer altos nos próximos anos. Apesar das boas estimativas, existem muitos fatores que influenciam os preços e a produção.
Gasques destaca as mudanças climáticas severas em alguns países; os baixos estoques mundiais de milho, arroz, trigo e soja; a pressão dos biocombustíveis; o aumento de renda e da população.
'A volatilidade dos preços mundiais de alimentos tem decrescido e os resultados obtidos para os preços internos do Brasil, como milho e soja, mostram também que a volatilidade se reduziu nos anos recentes', conclui.
Fonte: Andef


*Essa notícia teve como fonte a ANDEF-Associação Nacional de Defesa Vegetal, porém foi postada no site da Abifina- Associação Brasileira de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades


*Essa notícia é um grande exemplo que somente através da gestão e investimento em inovação podemos ter desenvolvimento sustentável em nosso país, pode-se observar essa tendência através dos números mostrados na matéria acima. (Comentado por Eliane Souza da Silva; aluna do Curso de Gestão Pública da Faculdade Integrada AVM)

sexta-feira, 16 de março de 2012


FAPERJ realiza reunião anual de avaliação e planejamento


 Paul Jürgens
           
         Assessores e diretores da Fundação estiveram reunidos para avaliar as
          atividades de 2011 e planejar as novas metas para o ano que se inicia
Convocada pela presidência da Fundação, uma reunião para avaliação do ano de 2011 e planejamento das atividades de 2012 da FAPERJ ocorreu no início desta semana, nos dias 30 e 31 de janeiro, em um hotel, em Copacabana. O encontro, que contou com a participação dos diretores e assessores da agência estadual de fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação, teve como objetivo identificar as oportunidades de melhoria na gestão de processos da Fundação, além de discutir o lançamento de novas ações para o fomento à pesquisa científica e tecnológica no estado do Rio de Janeiro. Em 2012, está previsto o lançamento de um número recorde de editais. Serão cerca de 35, ao todo, distribuídos ao longo do ano, procurando contemplar todas as áreas do conhecimento e setores de atividades.

Durante os dois dias de reunião, os assessores responsáveis pelos diversos programas e editais lançados pela Fundação tiveram a oportunidade de apresentar e discutir a demanda e o número de projetos contemplados, em cada um dos casos, tanto no que se refere a auxílios quanto a bolsas, colocando as dificuldades encontradas e propondo melhorias em sua implementação, no ano que se inicia. Ao iniciar a reunião, o presidente da FAPERJ, Ruy Garcia Marques, destacou a importância desse evento anual para fazer um balanço das atividades institucionais, de modo que a FAPERJ possa atender às demandas crescentes da comunidade acadêmica e do empresariado fluminenses. “É preciso reconhecer e discutir os desafios que surgiram no ano passado para que possamos melhor definir as nossas metas de trabalho para 2012, de forma a fazermos jus a todo esse crescimento que a Fundação vem tendo”, disse.
 
 Divulgação
   
 Entre as metas para 2012, Ruy Marques destacou as parcerias com outras  
FAPs e empresas, além da internacionalização das ações da FAPERJ
Marques apresentou dados mostrando que, desde2007, a FAPERJ vem crescendo progressivamente a sua execução orçamentária. A partir daquele ano, o governador Sérgio Cabral passou a destinar, conforme indica a Constituição estadual, 2% da arrecadação líquida do Estado à Fundação, aumentando radicalmente a sua capacidade de fomento à ciência, tecnologia e inovação. “Passamos de uma execução orçamentária média em torno de R$ 90 milhões, entre 2000 e 2006, para cerca de R$ 370 milhões, em 2011. Além disso, nota-se um estreitamento crescente da diferença entre as curvas do valor empenhado e do valor efetivamente pago aos projetos contemplados pela Fundação, dentro de um mesmo exercício”, detalhou, acrescentando que “até 2006, eram 12 os municípios com projetos apoiados pela FAPERJ e, a partir de junho de 2011, passamos a apoiar projetos em todos os 92 municípios fluminenses”.

Além de definirem novas edições dos programas que já fazem parte da política de fomento da Fundação – como os tradicionaisCientista do Nosso Estado e Jovem Cientista do Nosso Estado, e os bem-sucedidos Apoio às Universidades Estaduais, Apoio às Instituições de Ensino e Pesquisa Sediadas no Estado, Apoio à Infraestrutura de Biotérios e Doenças negligenciadas e reemergentes, dentre muitos outros –, os diretores e assessores acertaram os detalhes finais para o lançamento de editais inéditos. Entre as novidades para 2012, estarão os programas de apoio à fixação de mestres e doutores em empresas; de apoio à implementação ou adequação de assessorias internacionais em Instituições de Ciência e Tecnologia (ICT’s); de biotecnologia e de apoio aos núcleos de inovação tecnológica. “A maioria dos editais a serem lançados em 2012 serão pagos neste mesmo ano”, disse Marques.

Para o triênio 2012-2014, as metas da Fundação serão abrangentes. “Vamos continuar investindo na recuperação da infraestrutura em pesquisa em instituições de todo o estado e apoiando projetos em todos os municípios fluminenses. Também vamos investir na formação de recursos humanos para a fixação de recém-doutores no estado do Rio de Janeiro em ICTs e em empresas, e estimular a divulgação científica. Parcerias com outras Fundações estaduais de amparo à pesquisa e com empresas, além das que já vem sendo tradicionalmente utilizadas também estão nas metas da FAPERJ”, ressaltou Marques. Ele também enfatizou a importância da internacionalização das ações da FAPERJ: “Já temos um programa bem-sucedido de estágio de doutorandos no exterior. No momento, são 28 doutorandos sendo apoiados nesse programa, distribuídos por várias partes do mundo. Também já temos convênios com algumas instituições da França e de Portugal, mas precisamos tornar essa ação mais abrangente. Para tanto, estamos criando uma assessoria internacional, especificamente encarregada de discutir novas parcerias nessa área”.

 Divulgação
 
         No final do encontro, um momento de descontração durante a pausa para a foto

Dentre os muitos temas discutidos no evento, Marques chamou a atenção para a necessidade de serem adotadas novas condutas referentes ao método de prestação de contas que vem sendo utilizado: “Precisamos procurar dinamizar a prestação de contas. O agendamento para a prestação de contas se mostrou um grande avanço, mas já não vem atendendo à crescente demanda que vimos experimentando. Precisamos ser mais ágeis! Vamos verificar a possibilidade de implantação de uma prestação de contas eletrônica, ao menos para algumas de nossas modalidades de fomento ou até um certo valor de concessão de recursos financeiros”. Os chefes da auditoria interna, planejamento e gestão, e assessoria jurídica, também presentes à reunião, apresentaram algumas possibilidades que passarão a ser mais bem estudadas, visando à sua implantação, oportunamente.

De acordo com o diretor científico da FAPERJ, Jerson Lima, o crescimento da FAPERJ deve continuar tomando como base os critérios de qualidade, para além da quantidade de projetos contemplados. “Nosso objetivo é crescer, mas crescer com qualidade, seja nos processos internos da Fundação ou nos impactos gerados pelos projetos contemplados”, ressaltou. O diretor de Tecnologia, Rex Nazaré, também levantou outras questões: “Seria interessante que estabelecêssemos programas de maior duração, até pela possibilidade de desdobramentos temáticos. Também temos que aumentar a divulgação das ações da FAPERJ, levando-a a todas as regiões do estado”, concluiu.

Desde janeiro de 2008, a diretoria vem realizando essas reuniões anuais de avaliação e planejamento, analisando erros e acertos dos diversos programas implantados e discutindo a adoção de novas ações, com o objetivo de atender aos anseios da comunidade científica e tecnológica do estado.

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada a fonte.
Bom Dia, 


Esse blog foi criado por Eliane Souza da Silva, aluna do Curso de Tecnologia em Gestão Pública da Faculdade AVM, para juntos conhecermos a Gestão Publica e os conhecimentos que devemos ter a ela agregados.